Todos temos o objetivo, pelo menos, de dizer gosto de ti, quero que gostes de mim. Quero que gostes de me ler e de dar amor.
É narcisismo em barda.
Temos de andar com ele às costas.
Ninguém vive só porque sim ou assado.
Nem nim, nem não.
Nem nunca, nem sempre, devem ser usados.
São demasiado exagerados.
Porque vivemos, sobrevivemos ou porque não, é a verdadeira pergunta filosófica?
Talvez porque estar morto seja desconhecido e sejamos cobardolas.
Todos andamos à procura na vida de melhor tempo num espaço mais bem passado e ter a sorte de encontrar gente que nos agrade, ou talvez, nem seja preciso.
Viver sozinho ou sempre só conosco é chato.




