Antepassados de ontem.
Edifícios estrelados, de longe, que sopram e pintam amanhãs,
Construções de novos e modernos tempos
Tecidos leves que sopram augúrios auspiciosos.
E são levantados pelo vento deixando a nu a pele.
Aí vem o sonho, de novo, lento e devagar, .
E vai, grosso, forte aos berros, gritos, na escuridão.
Talvez seja um sono muito agitado.
Peço agora outro emergindo mais fino, mais fraco, talvez num sussurro.
Quero com isto expulsar o mau tempo: a chuva e o vento, temporais fétidos.
Criar magia e vazio...


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