03 fevereiro 2026

pelos primórdios de um sonho, adormeço


E vislumbro reinos, impérios anteriores e estruturais.

Antepassados de ontem.

Edifícios estrelados, de longe, que sopram e pintam amanhãs, 

Construções de novos e modernos tempos

Tecidos leves que sopram augúrios auspiciosos.



E são levantados pelo vento deixando a nu a pele.

Aí vem o sonho, de novo, lento e devagar, .

E vai, grosso, forte aos berros, gritos, na escuridão. 

Talvez seja um sono muito agitado.

Peço agora outro emergindo mais fino, mais fraco, talvez num sussurro.

Quero com isto expulsar o mau tempo: a chuva e o vento, temporais fétidos.

Criar magia e vazio...

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