14 julho 2018

dia de piquenique


palavras que soltas ao vento dançaram... 

juntos somos mais fortes!


Aviso importante: o seguinte texto que 

vos 

será lido não tem ideia, nem projeto; tem 


forma de uma interrogação e a liberdade 

de 

cada um fizer dele o que quiser, vai-se 

escrevendo/construindo em cada um de 

nós, 

enquanto o ouvirmos, e nele pensarmos.


Era uma vez um piquenique em que tudo era muito simples e exigente.

Nem se fariam piqueniques se assim não fosse, reuniam-se todos os anos entre

gente amiga a partilhar coisas boas:

alimentos,

bebidas,

cores,

imagens,

sons,

personalidades,

feitios,

olhares,

conversas,

desabafos,

descansares,

serenidades

sossegos, e outras tantas coisas mais.

Basicamente, se fosse mau aquele momento as pessoas não 

voltariam e era do interesse de todos que quisessem voltar para 

aumentar o número de partilhas.


Era uma vez uma vida, não se pode saber o que será dela no 

futuro: não se pode prever se vamos acordar bem ou mal dispostos, 

descansados ou após uma noite péssima.

E acordar é só o começo, e daqui tens a tua vida nas mãos para 

resolver, a estrada é nossa e dos companheiros que consegues 

seduzir e é connosco traçá-la bonita.

É tudo muito simples e exigente!


Se te vais cruzar na vida com pessoas de personalidade gorda, 

magra, velha, nova, alta, baixa, tantas coisas podes ser mas o teu 

caminho é feito de gente boa ou má, melhor ou pior, que mudam 

muito ou pouco, que serão estáveis ou nem por isso; podes ser, 

mais ou menos, sociável, gostar mais ou menos de pessoas.

Repito: É tudo muito simples e exigente!


Às vezes, acontece na vida algo que nos faz avançar, outras não e 

ficamos à espera desse momento e ele não vem mas tu tens 

esperança e esperas cauteloso, não vais à luta, tens medo de ser 

fintado e ultrapassado pela velocidade dos adversários.

Ou todo tu és confiança e resolves que se queres vencer tens que 

procurar e metes o pé duro e ganhas o teu lugar com a tua equipa e 

tudo flui lindo, lideras o desafio.

Pode sempre o jogo ser ganho por quem tem menos ansiedade mas 

pode ser perdido por ficares à espera dele vir ter contigo.

Digo de novo: É tudo muito simples e exigente!


A vida é bem mais que um jogo de futebol… ou são jogadas bem 

mais geniais inventadas por outras culturas.


Várias coisas a favor deste texto e para lá do que vai ser:

1) O tom pausado, sereno de quem me lê, desfruta de mim e como 

passa paz, soletra cada palavra, explora cada som, bebe, lê, solta e 

respira-me para todos nós;


2) A boa energia partilhada, das pessoas que aqui estão a 

receber/ouvir este texto, que tem sido apanágio destes piqueniques;


3) A diferença entre nós: de vidas, experiências, olhares, sabores,

 sons, cheiros e sentimentos que promove vários textos:


4) O espaço natural e humano, que bela dupla;


Quem somos? Como somos? Porque somos?

A verdade é que não é preciso tanta filosofia para sermos, é 

bastante mais fácil cá andar e só Ser já dá trabalho

É tudo muito simples e exigente!


Acordarmos, esticar-nos a espreguiçar, respirarmos, inspirarmos, 

expirarmos, caminharmos, passearmos, falarmos, conversarmos, 

ouvirmos, vermos, pensarmos, sentirmos, comermos e 

adormecermos até o dia seguinte.

Há quem faça desenhos, quem escreva, há quem faça música, há quem crie,

há quem cuide do outro, há sociólogos, há especialistas em 

leituras de horóscopo, há psicanalistas, há filósofos, historiadores, 

cientistas, há quem seja actor, jogue futebol, seja boss, fazemos 

vários papéis numa vida, há quem faça economia, seja senhor das 

leis, tenha uma pequena loja onde vende jornais, uma papelaria, há 

quem trabalhe num ginásio, há quem seja mãe do mundo, comente, 

estude, ensine, aprenda, seja bibliotecário, seja mãe, mana, prima, 

tia, sobrinha, neto, filho, avó, pai, avô, há quem seja amigo, quem 

tenha emigrado, seja cidadão do mundo, viva dentro de água, na 

sala, no quarto, na cozinha, faça mapling ao domingo, há 

terapeutas da fala, da audição, gente teórica e prática, 

trabalhadoras/es da 

Segurança Social, dos elevadores, professores, alunos, enfermeiros 

e médicos.

Há quem não faça nada e só brinque.

A interdependência é, apesar de tudo, norma e que seria de nós 

sem o outro!?

Falta-nos um projeto: vamos arranjar um projeto!

Sem projecto não vamos a lado nenhum e ficamos aqui!

Aqui onde?

No piquenique, neste jardim, a brincar a Ser, a olhar, a existir e a 

partilhar, a brincar descontraídos, distraídos, leves.

Boa, não foi difícil arranjar um belo projeto: brincar a ser!

Pequeno aparte: mania destes tempos modernos, temos de estar 

sempre a fazer qualquer coisa ou a projectar algo novo para fazer, 

não podemos estar sem fazer nada!?

Não é esse o habitual!?

Todo o hábito é enfadonho, todas as rotinas aborrecidas, repetir e 

repetir sempre igual; mau, sempre a pôr/arranjar defeitos.

Dormir sempre à noite e fazer sestas, tantos sonhos, há quem 

sonhe acordado, deve ser maravilhoso;

Comer sempre às mesmas horas: pequeno almoço, almoço, lanche, 

jantar e ceia, receitas e mais receitas passadas de geração em 

geração, tanta coisa diferente, carne, peixe, vegetais, doces, 

cozinha salgada, crua, picante, cozida, frita, grelhada, assada, tanto 

sabor, culinária e tradições, imaginação, que apetite;

Fazer a higiene diária cima abaixo: tomar banho, lavar-mo-nos com 

esponja, sabões, shampoos, géis de tratamento e beleza, perfumes 

e saúde, saunas; maquilhar, desmaquilhar, depilar, fazer a barba, 

tranças, vestir, despir consoante épocas: inverno, verão; cortar o 

cabelo;

Lazer: o descanso é uma forma de ganhar energia, mudar imagens, 

para novo trabalho; como pôr gasolina antes ou a meio das 

viagens. 

Conversar, partilhar sabores, assistir a filmes e espetáculos, estar 

com amigos, de pelo também, ler, escrever, pensar, viajar, passear, 

dar beijos e abraços, ir a museus imaginar, festejar cá andar.

Tudo hábitos… E piqueniques, claro!



Retiro o que disse sobre todo o habito ser enfadonho, a vida sem 

hábitos e rotinas é assustadora, isso sim; sem estrutura, nem sei se 

existe…

Palavras que soltam sentimentos bons (inspira hummm...):

Mãe, ternura, jardim, festinhas, colo, sopro, surpresa, tranquilidade,

ouvido, escutar, lembrar, ajudar, comer com apetite, beber com

sede, aprender, ensinar, partilhar coisas de que gostamos, dar

alma, calma, vento, céu, ver estrelas, ouvir cantar para adormecer

companheiro, força, quente no inverno, frio no verão, carinho, brisa,

poesia, sabores, dança, descansar, movimentar, erguer, cores,

afeto, abraço, amizade, gesto, virtude, empenho, palavras, livros

segredos, esconderijos, voz, passo, andar, falar, jogos, desafios,

conversas sérias olhos nos olhos, ler, escrita, fotografias, memórias

agricultura, tudo o que é preciso para existir, amor, tempo, leveza

serenidade, silêncio, não dizer nada porque não é preciso, sorrisos

olhar, Ideias, aconchego, empurra para a frente, energia, projetos,

pessoa, chilrear, areia, rio, mar, água, outros, gostos, boa música,

ouvir, lembrar, imaginar, bela imagem, belo espaço, arrepios, vida,

felicidade, alegria, lágrima, tristeza, guarda, inspirar, vela, escuro,

raposa, cúmplice, esperanças, certezas, dúvidas, perguntas, pai


E projectamos fazer piqueniques até aos cem anos!?

04 julho 2018

Tudo bem?

Quando perguntas tudo bem? não queres, de facto, se está TUDO bem.

Perguntas por boa educação sem interesse pela resposta, não queremos saber:

-  Se toda a tua família dormiu bem (netos, filhos, tios, avós, tu);

- Se tens o cão doente e contas enormes no veterinário;

- Se não te imaginas viver num lar de idosos a morrer a jogar à sueca e ao Keipz;

- Se queres aprender mais jogos ou organizares uma caixa onde levas passatempos;

- Se pensas em ter filhos por causa disso;

- Se o teu corpo já esteve melhor quando eras adolescente do que agora que és idoso;

- Se tens dormido mal porque...

- Se tens comido mal porque...

Queres um simples SIM, hipoteticamente mentiroso mas também bem educado!

como seria teres um gémeo?, perguntou-me

A intenção é mostrares o que dizes sobre ti, mas sobre o Outro também,

Fantástico, ter uma pessoa da minha idade com quem partilhar vida., 

Acho que teríamos mundos bastante autónomos, não consigo conceber esta ficção,

Lidar com tamanha imaginação!

Ia existir sempre a dúvida: sigo o caminho dele ou não?

Ou tínhamos interesses distintos ou projectos conjuntos.

Vidas comuns ou paralelas.

Era um constante desafio a germinar caminhos.

Ou seríamos ambos lideres do mesmo grupo ou de dois grupos opostos.

Ou muito amigos ou rivais!

Seríamos bastante apegados um ao outro e aos pais, ciumentos...

Não sei se a ideia era olhar-me sempre, continuamente, ao espelho, despoletar o Narciso que há em mim mas não resultou porque seríamos necessariamente diferentes; nalgumas situações antagónicos, noutras complementares.

Gosto imenso de pessoas e de mim, logo, tinha tudo para ser um amor único!

Nunca pensei nisso mas acho que seríamos óptimos Amigos!

30 junho 2018

A Livraria



Os livros têm qualquer coisa de romântico e a entrada desta viúva numa aldeia conservadora do litoral inglês para abrir uma livraria também é acolhedor e quentinho, todas as relações que ela vai traçando olhos nos olhos são cativantes, com realização e argumento de Isabel Coixet  aconselho a verem e deixarem-se ir.

Década de 1950. Florence Green, uma viúva culta e educada, chega à pacata cidade de Hardborough, no litoral da Inglaterra, e decide abrir uma livraria. Porém, contra todas as expectativas, esta sua atitude vai incomodar a vida da comunidade local, muito conservadora e fechada sobre si mesmo. Mas, ao dar-se conta da resistência da população, Florence decide lutar contra todas as adversidades, mostrando a todos de que forma os livros podem abrir portas para o mundo…


Engraçada a forma como uma figura infantil - Christine - se torna alicerce da entidade do filme!

27 junho 2018

esse fulgor baço que é Portugal a entristecer

SÓ PODE MELHORAR!!!

Excepção feita ao jogo frente à Espanha, a selecção nacional deixa-se enredar numa modéstia que não cabe no seu título de campeã da Europa. E diminui-se como se tivesse medo de ser feliz. Tem falta de poesia


De regresso à paz quase monástica de Penza onde, como em Ialta, até os bacilos dormem, já dizia Tchekov, a necessidade de escrever prolonga-me a noite até que o céu vá ficando diáfano da aurora que se anuncia. Muita coisa ficou por escrever depois do Portugal-Irão de segunda-feira, em Saransk, e tanto já deixou, entretanto, de fazer sentido. À distância, há a tentação para resumir ao básico todo o tumulto emocional de um jogo vivido intensamente até ao último dos minutos. A seleção nacional está na fase a eliminar deste Campeonato do Mundo da Rússia e esta é apenas a quarta vez que tal acontece na sua história – motivo mais do que suficiente para cantar hossanas àquele golo parabólico de Quaresma, uma verdadeira “quaresmada”, se me permitem a expressão, um descaramento divino, ponto mais alto de todos os atrevimentos. Quaresma é mesmo assim e, portanto, uma espécie de personagem à parte de um teatro esquematizado e previsto que dá cada vez menos espaço ao improviso e à criação.
Escrevi aqui, antes do jogo frente aos iranianos de Carlos Queiroz, que seria triste retirar ao momento superlativo de Ronaldo a retaguarda imaginativa e impertinente representada por Bernardo Silva e Gonçalo Guedes. É absolutamente verdadeiro que Bernardo passou ao lado dos dois primeiros jogos, assim à moda de um peixe cuja água, de tão saturada, perdeu o O e ficou só com H2, mas esse também é o preço a pagar pelo que foi fazendo tanto no Mónaco como no Manchester City. E como Quaresma tem a alma de artista que Guilherme Arantes fez cantar, vive no mundo da lua e é um génio sonhador e romântico que parece passear-se sobre uma nuvem ligeira e incontrolável, de repente o desafio parecia ganho, controlado e sem motivos para excessivas desconfianças. Não foi nada assim, como sabemos.
Já Gonçalo Guedes são outros quinhentos, como gosta de dizer o povo, de Pitões das Júnias a Estômbar. O seu azougue sarrazina qualquer defesa e, além disso, acrescenta uma capacidade defensiva a um meio-campo que parece andar de botinas forradas a polainas, tão ao de leve vai metendo o pé onde os adversários entram a patadas.
Fernando Santos fez as suas opções – Portugal foi, no primeiro tempo, uma equipa mais dominadora, mais produtiva, mas novamente sucumbiu perante a agressividade alheia. E sujeitou-se ao revés.
Tristeza Há sempre um poema para cada momento da vida e Fernando Pessoa tinha poemas que os momentos exigem. Por isso escreveu: “Este fulgor baço da terra/ Que é Portugal a entristecer/ Brilho sem luz e sem arder/ Como o que o fogo-fátuo encerra”.
Este Portugal de Moscovo e de Saransk (deixo de fora o do Portugal-Espanha de Sochi porque, nele, Ronaldo soltou por si só todas as amarras da alegria como um menino que corre aos saltos para uma festa de aldeia) é triste, de um futebol inerme: espera, espera sempre, como se tivesse medo de ser feliz. Acredita na arrumação geométrica das pedras de um xadrez amorfo, mas não entra pelos caminhos floridos da imaginação. Que lhe falta? Audácia? Sim, também. Verve? Muita, quando Ronaldo não sobe ao patamar da estrela da manhã e se transforma em Urano, o deus que caminhava devagar.
Carlos Queiroz preparou uma equipa carregada em ombros por um público santanário para os paroxismos da histeria, de forma a provocar receio nos portugueses. Durante quase toda a hora e meia da Mordóvia Arena, as diferenças de qualidade individual e coletiva esmoreceram ao ponto de ficarmos perante um equilíbrio tão evidente como mentiroso.
Portugal não fugiu a esse receio. Embrulhou-se nele, usou-o como uma capa de guta-percha na qual as gotas de água das iniciativas iranianas resvalariam sem penetrar no âmago daquela modéstia inaceitável para o campeão da Europa. Os adeptos lusitanos eram poucos mas, com o escoar dos minutos, foram ganhando comichão no sangue. E aí nasce a dúvida. Porque, apesar do apuramento, este é um Portugal de dúvidas e nós vemo-las, igualmente, nas palavras e nas opções do selecionador.

A seleção nacional não pode estar na Rússia para assistir à aventura. Tem de viver a aventura! E só assim a grande viagem que todos sonharam, nem que de forma ténue, continuará ser renovada todos os dias.

25 junho 2018

Bom e forte Filme



120 Batimentos Por Minuto 


Paris, início da década de 1990.

Um grupo de ativistas esforça-se por captar a atenção da opinião pública

para a epidemia de sida que, durante os últimos anos, causou a morte a

milhares de pessoas pertencentes à comunidade homossexual. Face à

inação do Governo francês, que nada fez para prevenir o alastrar do VIH,

alguns jovens criam o Act Up, para promover acções não-violentas em

defesa da prevenção e do tratamento da doença. É neste contexto que

Nathan, um jovem que se junta ao movimento, conhece Sean, um dos

militantes mais fiéis e proactivos do Act Up…

"120 Batimentos Por Minuto" foi o filme-sensação da 70.ª edição do Festival

de Cinema de Cannes, onde recebeu o Grande Prémio do Júri. A realização

fica a cargo de Robin Campillo ("Les Revenants", "Eastern Boys"), segundo

um argumento seu e de Philippe Mangeot, presidente da Act Up francesa

nos anos 1990. 

23 junho 2018

sequelas do Ontem: o Hoje e o Amanhã


Tudo por conquistar, tudo? 

Tudo não, já grande parte do caminho foi feito;

E muito mais será feito no futuro ainda;


No outro dia li um livro em que uma mãe estava a ler uma carta,

E entra o filho e diz:

Lá estão vocês com essa mania de ler/escrever e-mails à mão...


Falava ontem com uma amiga

de se escrever cada vez menos

ou mais curto e menos à mão;

pensei 'nem eu, nem ela escrevemos muito e no blogue é querido textos

mais curtos e menos pensados, mas somos anti sms e e mails!'

A base é que nós funcionamos bem e eles, os modernos, mal :)


escrever é uma boa fala de falar e pensar e não é perca de tempo...

a tua/nossa relação 'moderna' com a escrita: hoje escreve-se mais 

que em qualquer tempo passado, 

talvez com menos cuidado...

21 junho 2018

ter alguma coisa para fazer na vida que fazer...


... Que faça falta;

... Que faças bem, 

... Que melhore os outros,

... Que seja interessante ou não, (sabendo que normalmente, não é possível agradar a todos e muitas vezes é até mau o que agrada, os exemplos são imensos da eleição da maioria: Centros comerciais, Novelas, Os políticos populistas normalmente são queridos e têm resultados suficientes, Programas da treta/chacha, que não interessam a ninguém mas todos vemos) é Subjectivo o interesse;

... Que nos saiba bem e nos melhore;

... Que melhore o tempo e o espaço sendo que seja duradouro;

19 junho 2018

Portugal - Espanha, quem jogou melhor!?

Sabes bem a vantagem que dá a uma equipa estar em vantagem e ter a bola; eles naquele esquema do engodo à frente do meio campo são e foram muito fortes mas nunca foram perigosos.

O empate diz tudo!

Nunca houve duelos em que sentisses desvantagem clara e até os que houveram foram mais portugueses, eles tiveram sempre um jogo com bola tipo meinho que dá a sensação de supremacia.

Ao contrário do que vocês dizem... a Espanha não foi melhor que Portugal como o resultado final nos diz/clarifica: um igual 3 a 3!...


E porque se teve mais tempo a bola, nunca a teve muito em zonas de perigo, num jogo pastelão e jogado/enrolado a meio campo; nunca foram claramente superiores no jogo individual e até marcaram um golo ilegal;

Não há nenhum cronómetro para quando devem ser marcados os penaltis, no início ou no fim falta que afasta um jogador de uma situação perigosa é penalti.

Os portugueses talvez tenham sido mais ansiosos quando estavam a ganhar.

E São Ronaldo é emigrante em Espanha português e isto Ainda só foi o começo, falamos no fim, o princípio promete mais e melhor!


Agora Irão e Marrocos?

Tenho mais respeito pelo Irão por ter lá o cabecinhas Queiroz mas Marrocos é quem se segue, estou optimista: pelo menos a primeira fase ganhamos!

intelectual da taberna

18 junho 2018

Nice da Silveira: vele bem a pena o tempo ganho!!!


Nice da Silveira (um vídeo) (Maceió15 de fevereiro de 1905 — Rio de Janeiro30 de outubro de 1999) foi uma renomada médica psiquiatra brasileira, aluna de Carl Jung.
Filha do (vídeo dois) professor de matemática Faustino Magalhães da Silveira e da pianista Maria Lídia da Silveira, Nise era bastante estudiosa e foi admitida na Faculdade de Medicina da Bahia aos 21 anos (vídeo três)
Dedicou sua vida à psiquiatria e manifestou-se radicalmente contrária às formas que julgava serem agressivas em tratamentos de sua época, tais como o confinamento em hospitais psiquiátricos, eletrochoque, insulinoterapia e lobotomia. Nise ainda foi pioneira ao enxergar o valor terapêutico da interação de pacientes com animais

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