5.08.2017

e se a UE ressurgisse!? da união se faz a força!

A saída da Inglaterra (que nunca esteve bem dentro; e que não estando dentro era como uma falsa aliada) com o Brexit e o aparecimento de um presidente francês independente, Macron, com ideias novas sugerem emergência de coisas boas.

Houve um número recorde de votos brancos e nulos em França.
Há uma descrença generalizada na política mas já canta o SG Gigante que A Democracia é o pior de todos os sistemas, Com excepção de todos os outros, somos todos políticos numa sociedade muito mais global  unida e menos individual e egoísta.
Os institutos que divulgaram hoje as primeiras projecções de resultados da segunda volta prevêem um número recorde de votos brancos e nulos.
O instituto Ipsos estima que 8,8% dos votos, correspondentes a 4,19 milhões, foram brancos ou nulos.
Segundo o mesmo estudo, a abstenção ter-se-á elevado a 25,3%, a mais alta numa segunda volta das presidenciais francesas desde 1969.
Segundo as primeiras projecções, Macron obteve 65,5 a 66,1% dos votos e a candidata da extrema-direita, Marine Le Pen, 33,9% e 34,5%.

Macron esteve por dentro (conhecendo os meandros)  mas ressurge agora por fora independente (abdicando dos gestos errados) 


A Alemanha e a Merkel sugerem estabilidade na liderança.

Em todo o lado (e tem aparecido em muito sítio) onde a extrema direita apareceu foi derrotada.

Em Portugal, o primeiro ministro, António Costa e o ministro dos negócios estrangeiros, Augusto Santos Silva já provaram pensar bem.




'Um insuspeito esquerdista, o antigo ministro das Finanças grego Varoufakis, apesar das suas distâncias confessas em relação ao que considera ser o neoliberalismo de Macron, escreveu recentemente que seria no mínimo “escandaloso para qualquer progressista” colocá-lo no mesmo plano que Le Pen. E Varoufakis recordou ainda: “Quando a troika dos credores da Grécia e o Governo de Berlim estrangulavam as tentativas do nosso Governo de esquerda recentemente eleito para libertar a Grécia da asfixia da dívida, Macron foi o único ministro de Estado na Europa a fazer todo o seu possível para ajudar-nos. E fê-lo assumindo um risco político pessoal.” Uma confissão de leitura útil também em Portugal' (Vicente Jorge Silva no Público de 05-05 de 2017)
 
A UE::  Alemanha, Hungria, Áustria, Irlanda, Bélgica, Itália, Bulgária, Letónia, Chipre, Lituânia, Croácia, Luxemburgo, Dinamarca, Malta, Eslováquia, Holanda, Eslovénia, Polónia, Espanha, Portugal, Estónia, Finlândia, República Checa, França, Roménia, Grécia e Suécia































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