07 abril 2013

morte e vida!

Thelonius Monk: 

Outro daqueles que nos fazem acreditar na vida como estrada onde ha sempre o q escrever, pintar, bailar, imaginar e sentir vida e ter orgasmos. 

 e pensar escrever e começar de forma algo louca inspirando vida, pela estrada fora palmilhar caminhos. (...) 

resolvem transbordar a vida e fazem maravilhas daquelas, escutem o piano a cantar, dá alma...



preciso de alimento como água que vamos beber junto ao banco de suplentes (onde estão o treinador e os colegas) a meio do jogo!

transborda este tempo e vai e vem ao passado e ao futuro a dar e sacar prazer e gosto!

Pintar novas pinturas, escrever novos textos, pegar nos passados e reiventar!


ERA UMA VEZ, uma cachopa e seu gaiato, deambulavam pelo mundo, pela vida, encontravam-se, trocaram carinho e entrega, era bom confortarem-se um no outro, ali não havia maldade.

só receber e entregar, era simples receber no peito a cabeça tranquila e brincar com os meus dedos por sobre a cara, nariz, olhos, lábios, bochechas e apertar terno!

matinais os gestos, lembravam e futuravam!

flutuavam, falavam de ressonar!

antes:

Cachopa,

Vens ca hoje, quero ver se somos capazes de Pintar novos eus. Uma nova cachopa e um novo gaiato. E exigente. Fomos mt fortes Mais intimos. Agora e Pintar novas pinturas, escrever novos textos. O fundamental esta ca/la: gostarmos mt um do outro. Estou ansioso p entender como respondemos a responsabilidade da amizade. Ate ja

gaiato


depois, agora:

gosto de ti, miúda pirralha acachopada!
gosto muito! ;)

gaiato pirralho



Estás aí Zezinho? 

Não te ouvimos 

Como só a tua mãe pode sentir 

Mas não nos digas nada, nós sentimos 

O que pensas connosco, sem ouvir 

No rio da vida vi-te corajoso 

Intrépido e valente, carinhoso 

Em tudo o que fizeste, por inteiro 

Em ti a rebeldia a poesia 

Em ti a ousadia de querer um Mundo novo e Justo, um novo dia 

Que um dia acreditaste conhecer 

Dorme meu filho e agora descansado vive ao nosso lado 

Teu pai

(escrito no obituário d'O Público por um pai a um filho; há memórias que merecem ser vividas de gente que troca as voltas ao sentido de vir depois e partem)

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